Backup

Ferramentas de backup: rsync, Restic, Duplicati, Histórico de Arquivos e Time Machine

Existem dezenas de programas de backup, e a maioria faz bem o trabalho quando usada para o que foi feita. O problema é usar um espelho simples onde se precisava de versões, ou uma ferramenta de sincronização onde se precisava de backup. Este guia apresenta as ferramentas mais usadas em casa, com os comandos reais, o que cada uma faz e não faz, e os critérios para escolher.

Intermediário 14 min de leitura Atualizado em 20 de outubro de 2026
Para quem é
Quem já tem um plano de backup (o que copiar, para onde, com que frequência) e precisa escolher o programa que vai executá-lo, no Windows, no macOS, no Linux ou em um servidor.
Pré-requisitos
Como planejar sua estratégia de backup.
Você vai sair sabendo
A diferença entre espelho, backup versionado e sincronização; como usar rsync e Restic pela linha de comando; o que esperar do Duplicati, do Histórico de Arquivos e do Time Machine; e qual ferramenta combina com cada destino do seu plano.

Antes de escolher: o que a ferramenta precisa fazer

Toda ferramenta desta página copia arquivos de um lugar para outro. O que as distingue é o que acontece com a cópia ao longo do tempo. Há três comportamentos possíveis, e saber qual você precisa elimina metade das opções de cara.

  • Espelho. O destino fica idêntico à origem. Arquivo novo entra, arquivo alterado é substituído, arquivo apagado some. É simples e rápido, mas não guarda o passado: se um arquivo foi corrompido ontem, hoje o espelho tem a versão corrompida. É o que o rsync faz por padrão.
  • Backup versionado. Cada execução cria um “retrato” (snapshot) do estado dos arquivos naquele momento, e os retratos antigos continuam acessíveis. Você pode voltar à versão de um documento de três semanas atrás ou recuperar uma pasta apagada há um mês. É o que fazem Restic, Duplicati, Kopia, BorgBackup, o Histórico de Arquivos e o Time Machine.
  • Sincronização. Duas ou mais cópias ativas são mantidas iguais, em tempo real, em vários aparelhos. Serve para ter os mesmos arquivos no notebook e no servidor, não para proteger contra erro: a exclusão viaja junto. É o caso do Syncthing e dos serviços de nuvem como Drive e OneDrive.

Depois do comportamento, vêm três características secundárias. A criptografia importa quando a cópia sai de casa ou quando o disco pode ser roubado. A deduplicação importa quando os mesmos dados aparecem em vários lugares ou quando você quer guardar muitas versões sem multiplicar o espaço. A interface (terminal, página no navegador ou programa gráfico) importa conforme quem vai operar e onde: um servidor sem tela pede terminal; o notebook da família pede algo clicável.

O diagrama abaixo mostra o mecanismo que torna o backup versionado viável em disco pequeno: o backup incremental com deduplicação. Na primeira execução, tudo é dividido em blocos e enviado. Nas seguintes, só os blocos novos ou alterados viajam; os retratos antigos e novos compartilham os blocos que não mudaram.

Fluxo de backup incremental com deduplicação Na origem há três arquivos. A ferramenta divide cada arquivo em blocos e compara com o que já existe no repositório. No primeiro dia todos os blocos são enviados. No segundo dia só um bloco alterado é enviado, e o novo retrato aponta para os blocos antigos mais o bloco novo. No repositório, os blocos são guardados uma única vez e os retratos apenas os referenciam. Origem fotos (A, B) documento (C) documento (C') C' = C editado no dia 2 Ferramenta divide em blocos, compara, criptografa e envia só o novo Repositório cada bloco guardado uma vez A B C C' dia 1: A, B, C dia 2: só C' retrato do dia 1 aponta para A, B, C retrato do dia 2 aponta para A, B, C' restaurar o dia 1 devolve C; restaurar o dia 2 devolve C'. A e B existem uma vez só no disco.
No backup incremental com deduplicação, só o que mudou viaja e ocupa espaço. Os retratos de cada dia compartilham os blocos que não mudaram, o que permite guardar meses de versões em pouco disco.

rsync: o espelho confiável

O rsync é um programa de linha de comando presente em praticamente todo Linux e no macOS (no Windows, pelo WSL). Ele copia pastas de forma eficiente: na segunda execução, só transfere o que mudou. É a ferramenta certa para espelhar uma pasta em outro disco ou em outro computador pela rede, e é a base de muitos scripts de backup caseiros.

O comando típico, para espelhar a pasta de fotos em um HD externo montado em /mnt/backup:

Terminal
rsync -av --delete /dados/fotos/ /mnt/backup/fotos/

O que cada parte faz:

  • -a (archive): copia recursivamente e preserva permissões, datas, donos e links simbólicos. É o modo que você quer em quase todo backup.
  • -v (verbose): mostra na tela cada arquivo transferido. Útil para acompanhar; pode ser retirado em scripts agendados.
  • --delete: apaga no destino o que não existe mais na origem. Sem isso, o destino acumula arquivos que você já apagou; com isso, ele vira um espelho exato.
  • A barra no fim de /dados/fotos/ importa: com ela, o rsync copia o conteúdo da pasta para dentro de /mnt/backup/fotos/; sem ela, cria uma subpasta fotos lá dentro. Esse detalhe causa muita pasta duplicada.

Antes de rodar de verdade, acrescente --dry-run (ou -n) para ver o que seria feito sem tocar em nada. Para espelhar em outro computador pela rede, basta trocar o destino por usuario@servidor:/backup/fotos/: o rsync usa SSH por baixo, e por isso vale ler SSH básico primeiro.

Risco de perda de dados com --delete

O --delete faz exatamente o que diz. Se você inverter origem e destino, ele apaga os seus arquivos originais para “igualar” a um destino vazio. Se a origem estiver desmontada e aparecer como pasta vazia, o mesmo acontece com o backup. Use --dry-run antes de qualquer comando novo e nunca aponte o rsync para a origem como destino.

A limitação do rsync é a que já foi dita: espelho não guarda versões. Um arquivo apagado ou corrompido na origem é apagado ou corrompido no espelho na próxima execução. Dá para contornar com a opção --backup ou com snapshots do sistema de arquivos (Btrfs e ZFS, tratados em Sistemas de arquivos), mas a essa altura uma ferramenta versionada é mais simples.

Restic: versões, criptografia e deduplicação

O Restic é um programa de linha de comando, de código aberto, disponível para Linux, macOS e Windows, que faz exatamente o que o diagrama acima mostra: divide os arquivos em blocos, deduplica, criptografa sempre (não há como desligar) e guarda retratos (snapshots) em um repositório. O repositório pode ser uma pasta local, um servidor acessado por SFTP, um serviço de armazenamento de objetos compatível com S3 (Backblaze B2, Wasabi e outros) e vários outros destinos.

O fluxo completo, usando um HD externo montado em /mnt/backup:

Terminal
# 1. Criar o repositório (uma vez só; ele pede a senha de criptografia)
restic -r /mnt/backup/restic init

# 2. Fazer o backup das pastas importantes (cria um snapshot)
restic -r /mnt/backup/restic backup /dados/fotos /dados/documentos

# 3. Listar os snapshots existentes
restic -r /mnt/backup/restic snapshots

# 4. Restaurar o snapshot mais recente em uma pasta separada
restic -r /mnt/backup/restic restore latest --target /tmp/restaura

# 5. Apagar snapshots antigos segundo uma política e liberar espaço
restic -r /mnt/backup/restic forget --keep-daily 7 --keep-weekly 4 --keep-monthly 12 --prune

Cada comando: init cria a estrutura e define a senha; backup envia só o que mudou desde o último retrato e registra um novo; snapshots mostra a lista com data e identificador; restore latest --target devolve os arquivos em outra pasta, sem sobrescrever a origem; forget com --keep-* decide quantos retratos manter por período e --prune remove do disco os blocos que ficaram sem uso. Sem o forget, o repositório cresce para sempre.

Para outros destinos, só o endereço do repositório muda. Um servidor pela rede: -r sftp:usuario@servidor:/backup/restic. Um serviço compatível com S3: -r s3:https://endereco-do-servico/nome-do-bucket, com as credenciais em variáveis de ambiente, conforme a documentação do Restic e do provedor. A senha do repositório pode ficar em um arquivo lido com --password-file, o que permite agendar o backup sem digitar nada.

O agendamento em um servidor Linux costuma ser uma linha no cron. O exemplo abaixo roda o backup todo dia às duas da manhã e grava a saída em um registro:

Terminal
crontab -e
# acrescente a linha:
0 2 * * * restic -r /mnt/backup/restic --password-file /root/.restic-senha backup /dados >> /var/log/restic.log 2>&1

Os limites do Restic: é terminal puro, a senha perdida torna o repositório irrecuperável, e restaurações grandes a partir da nuvem são limitadas pela sua internet. Em troca, é a ferramenta mais flexível desta página para quem tem um servidor.

Duplicati: interface web para quem prefere clicar

O Duplicati faz um trabalho parecido com o do Restic (backup versionado, criptografado, com deduplicação em blocos), mas é operado por uma página no navegador, aberta no próprio computador. Roda em Windows, Linux e macOS, e é a escolha natural para o Windows de uma pessoa que não quer terminal mas quer mandar cópias criptografadas para a nuvem ou para o servidor da casa.

Depois de instalado, o Duplicati abre a interface no navegador (por padrão, no endereço local do próprio computador). O assistente pergunta, nesta ordem: nome do backup e senha de criptografia; destino (pasta local, compartilhamento de rede, SFTP, S3 e compatíveis, além de serviços de sincronização usados apenas como depósito); pastas de origem; agendamento; e quantas versões manter. A opção “versões inteligentes” mantém retratos diários recentes, semanais e mensais, parecido com a política do forget do Restic.

Critérios para preferir o Duplicati: você está no Windows, quer ver o estado do backup em uma tela, e o destino é a nuvem ou o servidor por SMB ou SFTP. Limitação: a restauração de um repositório grande pode ser lenta, porque a ferramenta precisa reconstruir o índice local.

Histórico de Arquivos do Windows

O Windows 10 e o Windows 11 incluem o Histórico de Arquivos, uma ferramenta de backup versionado das pastas do usuário (Documentos, Imagens, Área de Trabalho e outras, com a possibilidade de incluir pastas extras). Ele fica no Painel de Controle, em “Histórico de Arquivos”; no Windows 10 também aparece em Configurações, na seção de Backup.

O destino pode ser um HD externo ou uma pasta compartilhada na rede, o que inclui o seu servidor, desde que ele exponha uma pasta por SMB, como ensina Compartilhar arquivos na rede de casa com SMB e Samba. Depois de ativado, o Histórico copia as versões alteradas em intervalos (de dez minutos a diariamente) e mantém versões antigas pelo tempo que você definir. Restaurar é abrir a ferramenta, navegar pela linha do tempo e clicar em “Restaurar”.

Vantagens: zero instalação, versionamento automático, restauração simples. Limitações: não criptografa o backup (um disco de destino roubado é legível, a menos que use BitLocker), não deduplica, só protege as pastas do usuário e precisa que o destino esteja acessível na hora da cópia. Serve muito bem como cópia local do notebook da família, dentro do plano traçado em Como planejar sua estratégia de backup.

Time Machine, inclusive para um servidor Samba

O Time Machine é o backup nativo do macOS. Copia o sistema inteiro e os arquivos do usuário para um disco externo ou para um compartilhamento de rede compatível, guarda versões de hora em hora, diárias e semanais, e permite restaurar arquivos individuais ou um Mac inteiro a partir da cópia. Ativar leva um minuto nas Ajustes do Sistema; opcionalmente, o backup pode ser criptografado no destino.

O recurso interessante para quem tem servidor é usar uma pasta compartilhada por Samba como destino, o que faz o servidor doméstico substituir o disco externo. O Samba precisa anunciar o compartilhamento com as extensões que o macOS espera, feitas pelo módulo fruit. A configuração mínima no servidor, no arquivo do Samba:

Arquivo /etc/samba/smb.conf
[global]
   # extensões para clientes Apple
   fruit:aapl = yes

[timemachine]
   path = /dados/timemachine
   valid users = ana
   read only = no
   vfs objects = catia fruit streams_xattr
   fruit:time machine = yes
   fruit:time machine max size = 500G

A linha vfs objects carrega os módulos que tratam nomes de arquivo e atributos estendidos do macOS; fruit:time machine = yes marca o compartilhamento como destino válido; max size limita o quanto o Time Machine pode ocupar, para ele não encher o disco do servidor. Depois de reiniciar o Samba, conecte o Mac ao compartilhamento pelo Finder (“Conectar ao servidor”, endereço smb://servidor/timemachine) e escolha-o nas preferências do Time Machine. Se o servidor também anunciar o serviço por mDNS (Avahi), ele aparece na lista sozinho; sem isso, a conexão manual funciona do mesmo jeito.

Limitações: só para macOS, o destino precisa estar sempre disponível para o backup horário acontecer, e pela rede Wi-Fi ele fica lento e sensível a quedas. Para o Mac da casa, é a cópia local mais simples que existe.

Syncthing, Kopia e BorgBackup

Syncthing aparece em toda lista de backup e não é backup. É um programa de sincronização entre aparelhos, sem servidor central: a pasta do celular aparece no servidor, a do notebook aparece no PC. Ele tem um recurso de versionamento simples (guardar versões antigas por alguns dias) que ajuda, mas o comportamento central continua sendo espelhar. O uso correto em um plano de backup é como transporte: o Syncthing leva as fotos do celular até o servidor, e o Restic ou o Duplicati, no servidor, fazem o backup de verdade dessa pasta.

Kopia é uma alternativa recente ao Restic, com o mesmo modelo (retratos, deduplicação, criptografia), os mesmos tipos de destino e uma interface gráfica oficial além do terminal. Vale para quem quer o modelo do Restic com uma janela para clicar.

BorgBackup é um veterano do backup deduplicado e criptografado em Linux e macOS, com compressão embutida. O repositório fica em disco local ou em um servidor acessado por SSH; não grava diretamente em S3. Para quem tem um servidor Linux como destino e não pretende usar nuvem de objetos, é uma escolha tão boa quanto o Restic.

Comparativo e critérios de escolha

Ferramentas de backup comparadas
FerramentaSistemasVersionamentoCriptografiaDeduplicaçãoInterfaceDestinos típicos
rsyncLinux, macOS (Windows via WSL)Não (espelho)Não; só no transporte por SSHNãoTerminalDisco local, outro computador por SSH
ResticLinux, macOS, WindowsSim (snapshots)Sim, obrigatóriaSim (blocos)TerminalLocal, SFTP, S3 e compatíveis, outros
DuplicatiWindows, Linux, macOSSimSim, opcionalSim (blocos)Página webLocal, SMB, SFTP, S3, serviços de nuvem
Histórico de ArquivosWindows 10/11SimNão (depende do BitLocker no destino)NãoGráfica do sistemaHD externo, pasta de rede
Time MachinemacOSSimSim, opcionalNão (usa snapshots do sistema)Gráfica do sistemaHD externo, compartilhamento com suporte
SyncthingTodos, inclusive AndroidSimples, opcionalSó no transporteNãoPágina webOutro aparelho com Syncthing (sincronização)
KopiaLinux, macOS, WindowsSimSim, obrigatóriaSimGráfica e terminalLocal, SFTP, S3, B2, outros
BorgBackupLinux, macOSSimSim, opcionalSim, com compressãoTerminal (gráficas de terceiros)Local, servidor por SSH

Critérios resumidos:

  • Notebook Windows da família, cópia local: Histórico de Arquivos. Para a cópia na nuvem a partir dele: Duplicati.
  • Mac: Time Machine para a cópia local (em disco ou no servidor Samba); Restic, Kopia ou Duplicati para a nuvem.
  • Servidor Linux como centro do backup: Restic (ou Borg, se o destino for só disco e SSH), agendado por cron, gravando em HD externo e em armazenamento de objetos.
  • Trazer as fotos do celular até o servidor: Syncthing como transporte, nunca como destino final.
  • Espelhar uma pasta grande para um disco de troca: rsync, com --dry-run antes.

Independentemente da escolha, a decisão só está completa depois de restaurar alguma coisa, que é o tema de Testar e restaurar backups.

Erros comuns de quem está começando

Usar rsync com --delete sem --dry-run e inverter os caminhos

É o acidente clássico. Teste todo comando novo com --dry-run, confira que a origem está montada e cheia, e só então rode de verdade. Scripts agendados devem verificar se a origem existe antes de chamar o rsync.

Nunca rodar forget e prune no Restic

Sem política de retenção, o repositório cresce até encher o disco e o backup para de funcionar sem aviso claro. Defina os --keep-* desde o início e agende o forget --prune junto com o backup.

Tratar o Syncthing como destino final de backup

A pasta sincronizada no servidor é uma cópia viva: apagou no celular, apagou no servidor. Use o Syncthing para transportar e uma ferramenta versionada para proteger.

Guardar o arquivo de senha do Restic dentro da pasta que está sendo copiada

A senha vai para o repositório criptografado com ela mesma, o que é inútil na hora de restaurar. Guarde-a em um gerenciador de senhas e em papel, fora do computador.

Configurar o Time Machine em um compartilhamento sem o módulo fruit

Sem fruit:time machine = yes, o macOS não aceita o compartilhamento ou produz backups que falham na verificação. Confira a seção do Samba acima e reinicie o serviço depois de editar o arquivo.

Deixar o Histórico de Arquivos ativado e nunca olhar se está rodando

Se o disco de destino foi desconectado ou a pasta de rede ficou inacessível, o Windows avisa discretamente e continua sem backup por meses. Abra o Histórico de Arquivos de vez em quando e confira a data da última cópia.

Glossário deste guia

Espelho
Cópia idêntica à origem, sem histórico. Reflete também exclusões e corrupções.
Snapshot (retrato)
Registro do estado dos arquivos em um momento. Ferramentas versionadas criam um a cada execução e permitem restaurar qualquer um.
Repositório
O local onde uma ferramenta como Restic, Kopia ou Borg guarda os blocos e os retratos, em formato próprio e criptografado.
Deduplicação
Guardar cada bloco de dados uma única vez, mesmo que apareça em vários arquivos ou vários retratos.
Retenção
Política que define quantos retratos manter por dia, semana e mês. No Restic, é o comando forget.
SFTP
Transferência de arquivos sobre SSH. Permite usar um servidor como destino de backup pela rede, com criptografia no transporte.
S3 compatível
Serviço de armazenamento de objetos que fala o mesmo protocolo do S3 da Amazon. Backblaze B2 e Wasabi são exemplos.
Módulo fruit
Extensão do Samba que implementa os detalhes esperados pelo macOS, inclusive o suporte a Time Machine.

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Próximos passos

Com a ferramenta rodando, prove que ela funciona e prepare o servidor para receber cópias pela rede. Leia nesta ordem:

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Fontes e leituras complementares

  • Restic, documentação oficial: comandos, destinos suportados e política de retenção.
  • Duplicati, site oficial: instalação, destinos e manual da interface web.
  • Samba, site oficial: documentação do servidor SMB, inclusive do módulo vfs_fruit usado pelo Time Machine.
  • Apple, Suporte da Apple: artigos sobre configurar e restaurar com o Time Machine.

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